quarta-feira, 6 de maio de 2009

COMO VOCÊ GERENCIA O TEMPO?

Existem mitos acerda da administração do tempo: há pessoas que acham que administrar o tempo é programar a vida nos mínimos detalhes, porisso o que parecia ser a solução, torna-se uma camisa de força.

Há pessoas que, no outro extremo, adoram viver perigosamente, pois que acham que o trabalho sai melhor na última hora e com aquela adrenalina da pressão. Cuidado! Esse é um mito para racionalizar a tendência à procrastinação ("empurrar com a barriga", "deixar para depois").

Há ainda, aqueles que acham que administrar o tempo só se aplica à vida profissional. Cuidado, há muitas coisas em nossa vida pessoas que sempre estamos adiando, até o momento que esquecemos ou que temos que fazer em caráter de urgência.

Instrumentos de gestão do tempo
Em busca da eficiência e eficácia, buscamos vários instrumentos que nos auxiliem na organização de nossa vida pessoal e profissional. Já usamos bilhetes, listas, calendários, agendas eletrônicas, palmtops, smartphones, etc. Só que esses instrumentos não conseguem acompanhar a rapidez na comunicação pois vivemos cheios de imprevistos, novidades e mudanças; volta e meia nosso planejamento vai por "relógio" abaixo.

O desafio não é mais administrar o tempo, mas administrar a si próprio

  • Você consegue deixar o celular desligado durante um treinamento ou reunião e só ligá-lo nos intervalos?
  • Você consegue evitar sua participação em reuniões onde sua presença não é necessária?
  • Você consegue cumprir seu horário de almoço, mastigando bem os alimentos?
A maioria responde não a essas três questões.

Afinal, celular, reuniões e almoço são urgentes ou importantes? Urgente significa que a atividade exige nossa atenção imediata. É agora! As coisas urgentes se impõem a nós. Um telefone que toca é urgente. A maioria das pessoas não consegue admitir a hipótese de simplesmente deixar o telefone tocando.

Você pode levar horas preparando um material, vestir-se com esmero para fazer uma visita de negócios. Se o telefone toca enquanto você estiver lá, normalmente ele terá prioridade em relação à sua visita. É mais fácil você ficar esperando alguns minutos no escritório do que quem está do outro lado do telefone esperar na linha.

Assuntos urgentes normalmente são óbvios. Eles nos pressionam; insistem para que alguma providência seja tomada e às vezes são agradáveis, fáceis, divertidos de resolver, mas com frequência não são importantes.

A importância tem a ver com resultados; deve contribuir para nossa missão, valores, objetivos e metas.

Nós reagimos a questões urgentes. As questões importantes que não são tão urgentes exigem mais iniciativa e proatividade. Se não temos idéia clara do que é importante, dos resultados que pretendemos em nossas vidas, caímos na mera reação do que é urgente.

Dessa forma, temos quatro possibilidades: o que é imporante e urgente, o que é urgente mas não é importante, o que não é nem urgente nem imporante e o que é importante mas não necessariamente urgente.

No primeiro caso (importante e urgente) temos como resultados o stress, o esgotamento, administração apenas por crises e sempre "apagando incêndios. Dizemos que é a administração "bombeiro".

O que é importante quanto urgente, exige atenção imediata, porisso é crise, estressa, sufoca; viramos escravos de problemas, capazes de administrar somente na última hora. É como um mar bravo, um problema imenso aparece, nos derruba e joga de um lado para outro. Lutamos para subir à superfície, apenas para encontrar outra onda, que nos derruba novamente, arrastando-nos no turbilhão.

No segundo caso (urgente e não importante) os resultados são o foco no curto prazo (aqui e agora), também administração por crises, relacionamentos superficiais e quem utiliza bastante essa possibilidade considera planos e metas um esforço inútil.

No terceiro caso (nem urgente tampouco importante) significa total irresponsabilidade pois torna a pessoa dispersa, com baixíssimo poder de concentração e total dependência de outros.

Por que utilizamos essa possibilidade às vezes? Porque algumas pessoas vivem esmagadas pelos problemas dia após dia e seu único alívio encontra-se em atividades denominadas de "fuga", se esconder do problema.

O último caso (importante e não urgente) nos fornecem perspectivas, visão de futuro, equilíbrio, disciplina, controle sobre a própria vida e redução de crises.

Fonte: www.rh.com.br




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