O Levantamento Rápido de Índices de Infestação para Aedes aegypti (LIRA), realizado em Ji-Paraná e recomendado pelo Ministério da Saúde, aponta que a cidade apresenta índice de 2,1%. O Lira mediu o grau de infestação da larva do mosquito transmissor da dengue nos domicílios da cidade.
Com base neste levantamento, Ji-Paraná não está em situação de risco, mas de alerta. Embora o Ministério da Saúde considere controlado, os índices abaixo ou igual a 1%.
Segundo Ciro Mota, do departamento de controle de vetores da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), o município chegou a registrar um índice de 7,2% em novembro do último ano. “Este índice geralmente é apresentado nesta época, mas conseguimos diminuir o LIRA através de trabalhos preventivos”, disse Ciro.
Ciro ainda alerta para que a população não deixe acumular água parada, condição fundamental para a proliferação do vetor e reforça a orientação para que a população mantenha as caixas d’água, poços e cisternas tampados e limpar calhas e lavar bebedouros de animais.
No município foram notificados 170 casos suspeitos de dengue este ano, mas positivo foram dez. De acordo com Ciro, sintomas da dengue foram confundidos com viroses e gripes fortes, que deram dores musculares, febre alta e dor de cabeça. “Além destes sintomas, a pessoa que está com dengue sente fortes dores nos olhos e a pela fica vermelha”, explicou Ciro. Para facilitar o acompanhamento destes doentes, uma equipe investiga os casos que são encaminhados no Hospital Municipal, L-1 Maringá e Centro de Saúde do KM 5.
O setor de controle de vetores conta 42 agentes que ficaram responsáveis pelo levantamento do índice e por trabalhos preventivos da dengue.
Diariamente os profissionais visitam residências e recolhem pneus e outros materiais que possam acumular água, além de instruir moradores sobre como evitar a doença. Para auxiliar nos trabalhos, outra secretaria do município fornece caminhões para coletar objetos que possam abrigar ovos do Aedes aegypti. Todos os bairros, segundo Ciro foram aplicados o fumacê.
Fonte: www.folhaderondonia.com.br
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