terça-feira, 17 de março de 2009

HOJE É DIA DE ...

DIA INTERNACIONAL DO MARÍTIMO

O desenvolvimento do corpo: A prática da vela, do remo, da canoagem, faz compreender a necessidade da resistência física bem como o cuidado a ter com o próprio corpo para manter um bem estar permanente. Remar contra o vento, fazer uma amarração, içar uma vela, são situações a requer agilidade e força que serão conseguidas com o trabalho e a vida ao ar livre.

Através de práticas como essa, compreenderemos a importância do meio natural e por que o deve procurar defender. O espetáculo do mar, do céu e da costa, a descoberta da fauna e da flora marítima, introduzem espontaneamente os jovens no culto da beleza natural. O silêncio, a infinidade dos horizontes, o movimento perpétuo das ondas, a beleza da paisagem marítima libertam a imaginação e despertam a sensibilidade permitindo explorar o sentido do abstrato, contrapondo-o ao do concreto. Cultiva-se assim um estado de equilíbrio, cada vez mais arredado da prática quotidiana.

O desenvolvimento do caráter: Confiança em si mesmo; largar amarras - significa sempre correr riscos: as incertezas da meteorologia, dos lugares e das pessoas desconhecidas que se vão encontrar. A confiança em si mesmo cresce na confrontação com as situações cada vez mais difíceis e variadas; encoraja a procurar cada vez mais longe o limite em todos os aspectos.

O marinheiro sabe também que deve fazer a prova de prudência e de humildade, avaliando a sua aventura em função das suas possibilidades (competência, material, condição física, etc.) e as dificuldades da zona de navegação. A bordo, a necessidade de disciplina e de uma autoridade única é evidente, apesar de todos terem contribuído para escolher e realizar o projeto, com o máximo de segurança. É esta a diferença entre o Patrão de uma embarcação escuteiro e o comandante de um galera: a escolha de uma aventura (seja um fim de semana ou um acampamento) é trabalho de um conjunto; pelo contrário, as decisões imediatas e concretas do Patrão têm de ser executadas sem que para isso seja necessário reunir uma sessão extraordinária do Conselho.

A utilização da embarcação coletiva, permite praticar realmente uma vida em equipe. Cada tripulante sabe que é necessário na manobra e que um desfalecimento ou desatenção da sua parte, pode pôr em perigo a segurança de todos.

Ser marinheiro é entrar numa tradição antiga e rica e que constitui um suporte inesgotável para o imaginário das diversas atividades: jogos, expedições, cruzeiros, celebrações, inquéritos, modelos, etc. A referência à tradição marítima, pode compensar a tendência dos adolescentes para pôr tudo em questão (muitas vezes reforçada pela crise de valores que a nossa época conhece). A experiência das gerações precedentes, mesmo que os jovens a contestem, é-lhes necessária para estruturarem a sua personalidade. Eis por exemplo, a ocasião de fazer com que os jovens se encontrem com os avós, que estão disponíveis e têm tanta coisa para contar.

A solidariedade das pessoas ligadas ao mar, mesmo que sofra um pouco com as rivalidades entre pescadores e desportistas, partidários da vela e do motor, acaba por se mostrar verdadeira. Esta solidariedade começa por se encontrar em cada tripulação, através da complementaridade de cada um nas manobras e pela confrontação com os mesmos perigos e dificuldades.

O desenvolvimento da espiritualidade: Seria aventuroso pretender que as atividades náuticas levassem por si só, a uma abertura dos jovens a Deus. No entanto, elas favorecem o viver autêntico de numerosos valores e riquezas que nesta vida são a condição essencial da revelação. Partindo daí, a revisão da vida da Unidade, dará a tudo o que foi vivido o seu sentido último. Esta maneira de ler a sua vida cotidiana não é espontânea nos jovens, pelo que assume aí grande importância uma intervenção explícita dos Animadores e do Assistente religioso.

DIA DE SÃO PATRÍCIO
O famoso Saint Patricks Day é uma festa irlandesa, e todos costumam trajar roupas verdes, como sinal de boa sorte.


Fonte: www.quediaehoje.net



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